De dois em dos…

De cita em cita…

nessa hora maldita,

que eu  começo lembrar.

De dois em dos, essa  bruneta…

dins d´els llansols

sembla,  ninetta,

nas suas mãos

es cobija y desmelena

el silenci i el rubor

d´els ulls…

de la meva Elena.

Elena… Elena… Elena… Elena.

Sim más ração

que concorde na ilusão

do desconsolo,

a distancia que no solo

lhe permite ser canción.

El cor i el dol

l´amor i la mort…

o entresolo…

d´aqueles olhos,

pretos com o carvão,

d´aquela pell brunelha…

aquela nit,  de primavera,

no violão na mão…

desechant o cor,

d´una noite em ela…

com a olhada vermelha,

hoje, mesmo vou lembrar

Elena…

Elena…  Elena… Elena…  Elena.

Mai,  não chegou  sonhar

não nenhum titelha…

vai quiser olhar mais

n´aquela estrela…

Hoje…

o vento doce do mar

em fala d´ela…

as mias mãos, tremulant…

assinariam  ficar,

ainda,

na meua… Elena,

Elena…  Elena… Elena…  Elena.

J.C.F

21/07/2013

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